Seus Contos Eróticos » Colegiais » Comendo a crente virgem de 18 anos

Comendo a crente virgem de 18 anos

Publicado em maio 12, 2020 por store

Me chamo Rodrigo, tenho 23 anos, estudante de direito e tarado por crentes. Acabei comendo uma crente virgem que estuda comigo, e me dá muito tesão pegar uma gostosinha assim, sabendo que é proibido e que se o pai dela descobrir, ele me mata. Tudo isso começou quando resolvi trocar meu curso de educação física, para o de direito. No primeiro período conheci a Bia, uma gatinha linda, morena, cabelos lisos que batem na cintura e um corpinho lindo, mesmo ela usando aqueles vestidinhos discretos do povo da igreja.

Logo no primeiro dia, sentei perto dela, por achar a gatinha com cara de inteligente, e realmente é, a garota sempre me ajuda nas atividades do curso, sempre muito paciente e legal comigo. Ela me dizia que não tinha muitos amigos homens, só alguns colegas da igreja, e que o pai dela não gostava e tal, mas acabamos virando amigos. Eu sempre bem safado, doidinho para provar aquela gatinha, passei a convidar ela pra lanchar comigo e tudo mais.

Comendo a crente virgem de 18 anos

Um dia a gente teve que fazer um trabalho em dupla, falei que minha casa era ideal porque não ia ter ninguém fazendo barulho. Ela pensou um pouco e topou ir, mas teria que contar ao pai que o trabalho era na casa de uma amiga ou na biblioteca da faculdade. Eu combinei com ela de irmos juntos depois da aula, tudo certo. Chegamos em casa, comprei uns lanches para a gente e começamos a fazer o trabalho e a bater papo.

Conto erótico com novinha virgem de 18 anos

Eu não conseguia tirar os olhos da boca dela, é uma delícia, uma boca carnuda, vermelhinha, me deu muita vontade de beijar. Não aguentei sentir seu cheiro gostoso bem pertinho de mim, me aproximei e dei um beijo nela. No começo ela estranhou, interrompeu, depois voltei a beijar ela e a gatinha correspondeu, meio desajeitada, mas foi um beijo gostoso demais. Ela mandou parar, obedeci e ela mandou a gente focar no trabalho, mas sua respiração estava ofegante, senti que ela tinha ficado tímida, mas que também tinha curtido o beijo.

A gente tinha muito trabalho, resolvemos deixar para o dia seguinte e na hora de ir embora, quando ela levantou, encostei ela na parede e comecei a beijar sua boca novamente, dessa vez passando minhas mãos pelo seu corpo, pela cintura, pelas coxas, ela dava tapinhas na minha mão para eu me comportar, mas isso só me deixava mais excitado. Continuei explorando, ela soltou um gemidinho abafado e se arrepiou inteira, mas me interrompeu e fomos embora. Deixei ela na esquina da casa dela e no caminho de volta senti meu pau latejando, minhas bolas doloridas de tanto tesão.

Cheguei em casa e fui mandar mensagem pra ela, perguntei se ela tava chateada comigo por causa dos beijos. Ela respondeu que não, mas que tava morrendo de vergonha e não sabia como agir comigo no dia seguinte.

-Você pode ficar tranquila gatinha, não precisa ficar sem graça. Você curtiu?

-Sim, eu gostei!

-Amanhã a gente pode repetir se você quiser, você me deixou com muita vontade hoje.

-Aaaahhhh, não fala assim que eu fico com vergonha.

Disse que ela não precisaria ficar, e perguntei se ela queria ver como me deixou depois do beijo. Ela disse que sim, aí mandei uma foto do volume do meu pau, duro na cueca, de tanto tesão.

-Nossa, você é muito safado mandar isso pra mim.

Perguntei se ela gostou, ela disse que sim, mas que eu não contasse para ninguém. No dia seguinte tinha mais trabalho, ela passou a aula toda meio caladinha, mal conseguia olhar na minha cara de tanta vergonha, na saída, já no carro, comecei a puxar papo sobre o trabalho e ela foi se soltando mais. Cheguei em casa, fomos direto para o quarto, a gente tinha trabalho pra fazer mas eu não tava aguentando de tesão, fechei a porta, empurrei ela na parede, comecei a passar a mão nela e colei bem o meu corpo, pra ela sentir meu pau duro roçando nela.

-Para, Rodrigo! a gente tem trabalho pra fazer, menino!

-Aaaaahhh Bia, só um pouquinho, uns beijinhos só.

-Você é safado, eu sei que vocÊ vai querer mais e eu não sou desse tipo.

-Que besteira gatinha, você nunca fez isso antes?

-Não, eu nunca fiz nada com ninguém.

Comendo a crente virgem de 18 anos

Fiquei meio surpreso por ela ser virgem, mas isso me deu mais tesão ainda. Puxei ela de novo, comecei a beijar, ela se arrepiou, gemeu, ficou meio dura, mas fui fazendo carinho e ela se soltou, relaxou nos meus braços, fui fazendo carinho nas costas dela, desci pra sua bunda gostosa, dei umas apertadinhas e ouvi ela soltar um gemido. Ela é bem gostosa, as suas coxas grossas estavam com os pelinhos eriçados, comecei a subir e toquei no reguinho dela por debaixo da saia, colocando meus dedos ali na bundinha dela.

Pude sentir que ela tava molhada só colocando a mão na sua bunda, a buceta tava tão molhada que escorreu pelo rabinho. Aproveitei pra sentir, meti a mão na sua buceta e comecei a estimular o grelinho dela. Ela começou a gemer, colocou as mãos na boca para abafar o gemido e fiquei louco. Peguei ela no colo, sentei na cama com ela no meu colo. Ela disse que tava com medo, falei pra ela relaxar e prometi que ia ser bem gostoso. Dei muitos beijos na safada, tirei o pau pra fora, afastei a calcinha dela e comecei a brincar, só esfregando a cabecinha na entradinha dela e no seu clitóris.

Comi a buceta da universitária virgem

Segurei ela pela cintura e fiz ela se mover, roçando gostoso. Num instante ela ficou soltinha, relaxada, Fiz ela deitar, tirei a calcinha e deixei ela com a saia. Me abaixei dando beijos pelo corpo dela e alcancei sua buceta super molhada, passei a língua timidamente e logo passei a chupar, sugar e ouvir ela gemer e se contorcer todinha na minha boca. Foi nessa chupada gostosa que ela teve um orgasmo e nem sabia o que era, só sentiu, ficou relaxada e perguntou que coisa boa era aquela.

-Vai ficar muito melhor gatinha, porque você não faz comigo o que eu fiz com você? me chupa também.

Ela levantou tímida, pegou meu pau meio desajeitada e começou a lamber, fui falando como ficava bom e ela foi me mamando como eu gostava. Deixei ela bem a vontade chupando meu cacete como quisesse, mas eu precisava sentir ela, empurrei ela devagar pra deitar, subi em cima dela, e beijei sua boca enquanto encaixava meu pau. Ela tremeu, perguntei se tava tudo bem, ela disse que tava muito nervosa, mas fui relaxando ela, encaixei o pau aos poucos.

-Aaaaaiii, tá ardendo! coloca devagar.

Fui colocando devagar, deu trabalho, mas quando entrou tudo, foi uma delícia, eu comecei bombando devagar na bucetinha dela, meti gostoso, senti aquela bucetinha tão apertada esmagando meu pau e fiquei louco, aumentei o ritmo, meti gostoso demais, puxei as pernas dela pra ela abrir mais e comecei a socar naquela bucetinha, beijando ela e chupando os peitinhos da safada.

-Que bucetinha apertada, que delícia!

A gente ficou ali metendo gostoso, logo ela se soltou, botei ela pra sentar em cima de mim, fiquei brincando com seus peitos e ela rebolando no meu caralho. Eu mamei muito nos peitos dela, a putinha gemia tão gostoso que me fez gozar demais, enchi a bucetinha dela com minha porra quente e grossa. Fomos tomar um banho, transamos de novo e terminamos o trabalho. levei ela de volta pra casa, ela me disse que tava toda assada e fiquei satisfeito de ter arregaçado com essa ninfetinha. É sempre bom comer uma crente safadinha.

7.013 views views

Contos relacionados

A aluna devassa e o professor da faculdade

Uma aluna safada dando para o professor da faculdade Eu trabalho como professor, me chamo Roberto e tenho 31 anos. Recentemente as aulas presenciais retornaram, sendo assim eu não conhecia...

LER CONTO

Meu professor favorito

Sou morena, tenho cabelos lisos, 1,60 de altura e 25 anos de idade. Na faculdade onde eu estudo, as provas tinham terminado recentemente e as férias chegaram. Tenho um professor que não saia da...

LER CONTO

Dando o cú pra não perder o cabaço da buceta

Esse conto é algo que realmente aconteceu comigo. É algo que aconteceu há anos, mas eu nunca esqueço aquele dia. Aconteça oque aconteça, o primeiro anal agente nunca esquece. Eu tinha acabado...

LER CONTO

O professor tarado de Filosofia

Meu encontro com o professor tarado Eu tinha 18 anos, estava no último ano do ensino médio, quando na metade do semestre um novo professor chegou à escola. No começo eu me senti bastante...

LER CONTO

0 - Comentário(s)

Este Conto ainda não recebeu comentários

Deixe seu comentário

2000 caracteres restantes

Responda: 5 + 1 = ?
Desfrute do maior acervo de contos eróticos verídicos da internet e o melhor que o nosso conteúdo é 100% grátis.
© 2022 - Seus Contos Eróticos