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Fudendo com desconhecido na chuva

Publicado em abril 19, 2021 por store
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Fudendo gostoso com um estranho

Era um sábado de sol, comecei a pedalar perto de casa e fui me distanciando aos poucos, uma hora depois o céu começou a nublar e eu fiz o caminho de volta pra não pegar chuva. O vento estava forte e a chuva não demorou a cair, virou uma tempestade rápido demais, eu já nem sabia onde estava direito, ouvi um trovão forte e vi um relâmpago rasgar o céu, não tinha mais como continuar o caminho pra casa.

Avistei um bar aberto e encostei com minha bicicleta, minhas roupas já estavam encharcadas. Entrei e vi um homem com o peito peludo a mostra, sua camisa de botão estava aberta até o umbigo, ele aparentava ter uns trinta e tantos anos, fez um gesto pra eu chegar mais perto, reparei que ele olhava sem parar para os meus peitos, quando fui checar meu top tinha descido um pouco por causa da chuva e quase dava pra ver meus mamilos. Ele sorriu e disse que eu ficasse a vontade até a chuva passar.

Já que estava lá, pedi um drinque e ficamos conversando, ele era muito interessante, um homem viril, o volume da bermuda dele começou a chamar a minha atenção. Bebi o suficiente pra me inclinar do nada e dar um beijo na boca dele, no início achei que ele ia me dar um fora, mas ele me olhou surpreso e retribuiu o beijo, o encaixe foi perfeito. Perguntei se havia algum lugar onde eu pudesse tirar a roupa molhada, ele riu e disse que não tinha banheiro lá, mas que me emprestaria uma blusa seca.

Fui para o canto do bar e tirei o top, me virei e ele não desgrudava os olhos de mim, depois fui baixando meu short bem devagar, dei uma bela visão da minha bunda pra ele e vesti sua blusa, que ficou enorme em mim, parecendo um vestido curto. Ele gentilmente pegou minhas roupas molhadas e colocou atrás da geladeira pra secar, agradeci e voltamos a nos sentar, dessa vez perto demais um do outro.

Como o meu senso de aventura era maior que o senso do perigo, eu voei em cima dele sem cerimônia alguma, ele rapidamente tirou a blusa que me emprestou, me deixando só de calcinha, e a calcinha era só um fio dental minúsculo, que ele tirou com a boca. Só ali eu já estava toda molhada, ele me puxou e chupou meus seios, me pegou no colo e me levou até uma mesa atrás do balcão, me fez deitar com as pernas abertas e admirou minha buceta antes de meter a língua bem fundo nela.

Ele era muito bom nisso, levei uns dois minutos pra gozar na boca e ficar toda mole, ele pegou uma camisinha na gaveta e ajeitou seu pau na minha bucetinha encharcada. Mais uma vez eu gozei numa velocidade impressionante, ele fazia tudo muito gostoso, bombava sem dó e sem delicadeza, achei que a mesa ia quebrar com a gente fudendo assim. Ele gozou e não tirou o pau de dentro, aquele homem era uma máquina e eu nem sabia o nome dele.

Reparei que a chuva tinha passado e fiz menção de ir embora, ele não queria que eu fosse e implorou pra mais uma fodinha, só pra gente se despedir. Neguei, mas cedi rápido, ele me abraçou por trás, beijando meu pescoço e dedando meu cuzinho, alargando ele pra receber aquela pica habilidosa, e eu confesso que queria muito. Fui derretendo nas mãos dele, ele desceu pelas minhas costas e chupou meu cuzinho, metia a língua com carinho pra abrir meu buraquinho pro pau grosso dele.

O fogo tomou conta de mim mais uma vez, me inclinei na mesa e pisquei meu cuzinho pra ele, senti o pau deslizar gostoso porque ele tinha deixado tudo bem melado com aquela boca dele. A essa altura eu já estava gemendo bem alto sem nem perceber, eu adorava ser arrombada pela porta de trás e ele parecia um animal selvagem comendo meu rabo com força. Gozamos juntos, senti a porra quentinha dele me invadir e gozei logo em seguida, com os dedos dele enfiados na minha buceta já gozada.

Catei minhas roupas correndo e saí sem dar tchau, deixei a calcinha como um presente pra ele e segui pra casa. Amei ter dado pra ele, ele era selvagem e eu sempre precisava de uma pegada mais forte, tomei meu banho e ainda bati uma siririca pensando nele…

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