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Necessidades sexuais de uma grávida safada

Publicado em maio 27, 2021 por store
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Grávida safada querendo sexo

Essa história era de quando eu tinha vinte anos, e tinha uma filha linda de seis meses. Sempre fui mãe solteira, não que o pai dela não fosse presente, mas assim que soubemos sobre a gravidez ele já estava com outra pessoa. Nunca me importei tanto com isso, mas confesso que ao decorrer da gravidez acabei ficando mais excitada e com mais tesão, era um fogo fora de controle, que infelizmente ninguém apagou. Com o tempo passando, e o dia de da a luz, chegando, fui deixando de lado esses pensamentos, e com minha filha nascendo acabei focando só nela.

Passou -se um ou dois meses, sem quem eu sentisse tanta saudade de homem me tocando, minha filha meio q cobria essa falta, mas logo os desejos foram voltando, qualquer coisa me excitava, um filme, uma conversa, um livro ou até mesmo uma série que todo mundo transa, me menos eu (risos). Se passaram quatro, cinco meses e nada, eu não era de flertar com as pessoas, não me imagino puxando assunto com um ex ficante, e por conta de minha filha acabava não saindo muito, a rua que eu morava todos eram de uma idade bem avançada do que a minha, até cheguei a baixar um aplicativo de namoro, mas por mais que eu quisesse transar, os convites diretamente para só sexo era constante e me angustiava.

No dia do aniversário de minha mãe, nossa vizinha Ana, apareceu com um lindo rapaz da minha idade, logo pensei que ela estava melhor do que eu, até que ela nos apresentou o rapaz, era seu sobrinho do interior que havia se mudado para cara dela, para estudar numa faculdade aqui na capital, já que nós dois éramos os únicos jovens naquele local, acabamos conversando bastante, o nome dele era Pedro, ele tinha 21 anos, e iria cursar jornalismo.

Acabamos falando de várias coisas, inclusive sobre ele está olhando para os meus seios, (isso mesmo), já que eu nao imaginava que apareceria uma pessoa desconhecida, fiquei como sempre ficava em casa, de vestido não muito curto, um pouco decotado e é claro, sem sutiã, oq chamou atenção dele, então eu perguntei. – tá olhando para onde Pedro? Ele um pouco tímido acabou pedindo perdão, fazer eu rir um pouco, logo os olhares de desejos de ambas as partes ficaram nítidas.

Com o fim da festa me despedir dele com um beijo no canto da boca, mais tarde acabei me masturbando duas vezes pensando naquele rapaz me tocando. No dia seguinte eu fui visitar dona Ana só para vê-lo, ele estava com um short de dormir sentado no sofá assistindo com dona Ana, conversamos um pouco nós três, eu e ele nos encarando, até que dona Ana foi na cozinha fazer o almoço, assim que ela saiu começamos a nos beijar, para um garoto do interior, ela era bem rápido, como de costume eu usava apenas um vestido e sem sutiã, ela já sabia disso então suas mãos foram logo nos meus seios, logo foi a sua boca também, eu podia me fazer de difícil, dizer que não podia, que não era o momento, mas eu estava tão excitada que falei foda-se e acabei indo na onda também, massageando seu pau por cima do short, enquanto sua tia falava conosco da cozinha, sem muita cerimônia acabei me agachando e chupando o pau de dele, a muito tempo que eu queria fazer aquilo com alguém, babar toda sua cabeça, e depois lamber até as bolas, indo até a linha do ânus.

O Pedro já estava descontrolado, gemendo baixinho para sua tia não escutar ele gozando na minha boca, engolir tudo e acabei beijando ele e dando um até logo, deixando ele todo mole sem entender nada. No dia seguinte fui visitar Dona Ana novamente, mesmo horário, usávamos, roupas parecidas com a dia anterior, mais uma vez ficamos conversando nós três, enquanto o Pedro me comia com os olhos, dona Ana dessa vez demorou um pouco mais para ir fazer o almoço, eu já estava subindo pelas as paredes naquele momento.

Finalmente ela foi para a cozinha, Pedro já foi me beijando pondo meus seios para fora, ele estava mais solto que no dia anterior, me pegava com mais força mais firmeza, então eu novamente comecei a chupa-lo, ele novamente se controlava, eu que sempre andava sem sutiã, naquele dia também estava sem calcinha, Pedro ficou de boca aberta, não acreditou quando eu suspendi o vestido e sentei nele, ele respirou fundo, ofegante, olhando para trás para ver sua tia, que perguntava se o programa já tinha acabado, eu por outro lado estava com tanto tesão, tão molhada que tive que aperta-lo, arranha-lo e morde-lo para que eu não saísse do controle e gemer alto de mais, aquele momento ali, nós dois se encarando sem poder falar nada contendo nossos gemidos, foi o ápice para mim, que acabei gozando em cima do pau de Pedro, chupando seu pescoço, depois de dez segundos de orgasmo maravilhoso eu voltei a chupa-lo fazendo gozar tudo na minha boca outra vez.

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